Diário de Viagem – Buenos Aires (Parte III)

E aqui está mais um post sobre a minha viagem para Buenos Aires em dezembro do ano passado. Os links para os posts anteriores estão no final do post.

Dia 04

No dia 04 da viagem, o dia 22 de dezembro, era aniversário do Pedro. Começou chuvoso, então aproveitamos a manhã no hotel até o tempo firmar, o que ocorreu próximo ao meio dia. Decidimos, então, sair para almoçar e o escolhido foi El Sanjuanino, um bodegón que serve as empanadas mais famosas de Buenos Aires, dica da minha super amiga Simone.

Vou dizer pra vocês, que se não fosse a indicação dela eu não iria almoçar nele, se estivesse passando ali pela rua, pois a fachada é meio duvidosa, mandando um sincerão. Sei lá, o lugar tem um jeitão super antigo, que pode parecer um pouco brega, mas que no fim conquista por ser aquele tipo de lugar aconchegante, que atravessa gerações mesmo, com estilo bem portenho.

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E as empanadas… Nossa, eram uma delícia mesmo! Até me rendi a Quilmes, famosa cerveja argentina com quem eu tinha uma treta hahahaha.

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O El Sanjuanino possui 3 filiais e nós fomos na da Recoleta, a mais famosa (famosa mesmo, tinha gente do mundo todo saindo e chegando), que fica na Calle Posadas, 1515.

Depois de comer bem, decidimos ir andando até o bairro de Palermo, onde fica um conjunto de parques e áreas verdes chamado de Parque Tres de Febrero, mais conhecido como Bosques de Palermo.

Passamos pela Universidade de Direito de Buenos Aires…

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E pelo monumento chamado Floralis Generica, que é uma escultura metálica feita pelo arquiteto argentino Eduardo Catalano, em homenagem às mulheres e doada à cidade.

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A flor possui um sistema hidráulico de abertura e fechamento que ocorre com a luz solar. Ela abre pela manhã e se fecha ao pôr-do-sol. Pelo menos deveria, mas como disse a guia no nosso passeio panorâmico, nada melhor que ela para homenagear as mulheres, pois não obedece e abre e fecha quando quer, se manda sozinha, é dona de si… hahaha

Nossa primeira parada foi o Jardim Japonês, que é um lugar lindo e calmo no meio da cidade.

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É um passeio muito legal! Dá vontade de ficar lá sentada lendo um livro. E dentro do jardim tem um restaurante japonês que ouvi falar muito bem, mas que não conhecemos por ter almoçado havia pouco tempo.

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A entrada do Jardim Japonês custa 70 pesos por pessoa.

Depois, fomos ao Paseo Rosedal, que fica ali pertinho.

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O Rosedal é um jardim maravilho, que conta com mais de 18 mil rosas separadas por espécies diferentes.

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É muito lindo de se ver e vocês não conseguem imaginar o aroma inebriante que toma o lugar conforme vai entardecendo… Sério, gente, queria muito um perfume com aquele cheiro!

Saindo dali, pegamos um táxi para o hotel, pois já estávamos mortos de tanto andar… hahaha

Chegando lá descansamos e nos arrumamos para comemorar o aniversário do Pedro com um jantar no restaurante que ele amou, o Patagonia Grill.

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A comida estava maravilhosa (devo dizer que não lembro o que pedimos) e ainda ganhamos uma aula de como apreciar nosso vinho de verdade com o maître, que foi um querido com a gente.

Já indiquei uma vez, mas indico novamente porque realmente é bom: o Patagonia Grill fica na Av. Alicia Moreau de Justo, 1744, em Puerto Madero.

O restaurante tinha vista para o rio e a noite estava linda…

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Dia 05

Como a gente não para, no dia seguinte fomos andar mais um pouco pela cidade.

Passamos pelo Congresso Nacional da Argentina…

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Gente, que construções nessa cidade!!!!!!!!

E fomos visitar uma livraria. Mas não é qualquer livraria, é El Ateneo Grand Esplendid.

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Considerada a segunda mais bonita do mundo, a livraria fica em um antigo teatro, na  Av. Santa Fe, 1860. Vale a visita com certeza absoluta! Comprei uma edição de O Pequeno Príncipe em espanhol, mas mesmo que você não compre nada, vale a pena ir admirar… hahaha

Em seguida, acabamos passando na Winery para comprar uns vinhos a caminho de volta para o hotel, o que fizemos caminhando, a fim de nos arrumar para almoçar.

O nosso almoço foi no restaurante da parrilla mais famosa de Buenos Aires, o La Cabrera, que possui três endereços, todos na Calle Cabrera. A gente foi no La Cabrera Norte, que fica na Cabrera, 5127. Até tinha feito uma reserva pelo site, mas acabamos perdendo a hora. Recomendo que seja feita, viu, pois tivemos que esperar, já que vive lotado. E se fizer, chegue na hora, pois não há tolerância.

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Nosso pedido foi um kobe beef, que é extremamente famoso e por aqui é MUITO caro, mas lá estava com um preço bacana, então aproveitamos para experimentar e, olha, foi a melhor carne que já comi. Com uma faca de mesa você corta, de tão macia! E o sabor? Maravilhoso! Recomendo demais!

Ali pertinho fica a Villa Crespo, que é um lugar de comércio onde se encontram muitas lojas e, principalmente, outlets de marcas famosas e também argentinas. Vi em muitos lugares que já foi mais barato e, é claro, tem que pesquisar bastante, mas no geral dá pra fazer boas compras, em especial das marcas nacionais e artigos em couro.

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Foto retirada da internet

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Foto retirada da internet

Morri numas bolsas lá, lindas, de qualidade inegável e com preço ótimo, mas acabei não comprando porque não estava precisando.

Depois de tanto andar, voltamos para o hotel moídos! hahaha

Descansamos um pouco e resolvemos ir até o mercado, mas não pudemos, pois acabou a luz enquanto estávamos no elevador com um casal de tailandeses. Eu não gosto de elevadores, então fiquei apavorada com a situação! Nossa, entrei em pânico, minha pressão baixou… Foi horrível! E li que é uma coisa que acontece às vezes na cidade no verão, pois a quantidade de moradores e turistas usando a energia, cai mesmo, já que é meio insuficiente o fornecimento.

No fim das contas o pessoal do hotel foi muito solícito, me atendeu muito bem e até perguntaram se eu precisava de um médico, mas eu fui melhorando. A pressão subiu, mas fiquei com enxaqueca, então precisei tomar remédio e dormir um pouco.

Acordei em cima da hora de sair! Só deu tempo de tomar uma ducha, me arrumar daquele jeito e correr (Pedro disse pra dar ênfase no correr!) para o Teatro Colón, pois tínhamos ingressos para ver o balé O quebra-nozes. Chegamos em cima do laço, mas deu tudo certo e conseguimos ver o balé incrível e o teatro deslumbrante!

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Foi realmente lindo! Não poderia ter fechado melhor a viagem!!! Dedico essa parte para a Carol, do Alfinetes de Morango!

E no dia seguinte voltamos…

Espero que tenham gostado desses posts, pois eu amei dividir com vocês! Ainda vou fazer mais dois posts, um sobre o hotel e outro com dicas gerais que eu acho válidas, tá?

Diário de Viagem – Buenos Aires (Parte I)

Diário de Viagem – Buenos Aires (Parte II)

Diário de Viagem – Buenos Aires (Parte III) – é esse!

Dicas de Viagem – Hotel Lennox (Buenos Aires) – em breve

Dicas de Viagem – Buenos Aires – em breve

Fazenda Capão Alto e Moinho em Castro

Como falei no look que postei ontem, há alguns dias fiz um passeio com a família até Castro, que é uma cidade próxima aqui de Ponta Grossa, que nasceu através do tropeirismo e cresceu com os imigrantes holandeses. A presença dos imigrantes não é tão forte como em Carambeí, outra cidade próxima que já falei aqui no blog, mas ainda assim é notável, principalmente com o moinho que é o principal ponto turístico dali.

Nos ó visitamos e tiramos algumas fotos…

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A guia tocando realejo.

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Para subir ao segundo andar do moinho, onde fica o museu e tem vista panorâmica paga-se uma entrada, mas decidimos não fazer, pois estava um pouco difícil subir a escada com o meu pé dolorido.

Em seguida visitamos a Fazenda Capão Alto, que é um lugar histórico muito interessante.

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A fazenda foi criada em 1704, concedida pelo rei de Portugal para a família Taques de Almeida, mas posteriormente passou para a propriedade dos carmelitas, que além de suas funções religiosas, comercializavam o gado de Laguna até São Paulo, sendo que todo trabalho era realizado pelos escravos que ali viviam.

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À direita, ruínas da senzala

A arquitetura colonial brasileira é incrível! A casa-grande é feita de taipa de pilão, uma mistura de madeira, pedras e barro e as paredes tem quase 1 metro de espessura!

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Capela no interior da casa-grande

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Taipa de pilão

Depois, os escravos passaram a viver na fazenda sob administração de outro escravo, com certa autonomia por mais ou menos 100 anos. Eles se diziam escravos de “Sinhara”, de Nossa Senhora do Carmo, que era a padroeira da fazenda – eles até tinham uma imagem da Santa em sua capela. Acreditavam estar cuidando dos bens da Santa e toda a administração e comércio da fazenda eram destinados a conservar seu patrimônio, sendo que os desvios de conduta eram punidos. Por fim, em 1864, os carmelitas venderam a fazenda e os escravos. Houve uma revolta e cerca de 100 escravos fugiram para os quilombos das proximidades, enquanto os outros 200 foram levados para uma fazenda em São Paulo.

Hoje a fazenda é de propriedade particular e se encontra um pouco abandonada, considerando sua relevância histórica.

Vale muito a visita!!!

Gostaram?

Diário de Viagem – Buenos Aires (Parte II)

Ainda tem alguém interessado na viagem pra Buenos Aires? hahaha

Já faz tempo que viajei, mas foi tão legal que quero compartilhar com vocês e também pode ajudar quem tem vontade de ir visitar nossos hermanos, né? Se você não viu a Parte I, clica aqui para ver os dias 01 e 02 da viagem.

Dia 03

Neste dia fomos com a mesma agência com a qual fizemos o city tour para uma cidade vizinha de Buenos Aires chamada Tigre para realizar um passeio de catamaran pelo Delta do Rio Paraná.

No caminho passamos por outras pequenas cidades como Olivos, onde fica a propriedade onde reside o Presidente da Argentina, chamada Quinta de Olivos, e San Isidro, onde ocorre a primeira parada.

Ali pode ser vista uma feirinha de artesanato com peças muito bonitas e preços interessantes, mas a atração principal é a Catedral de San Isidro.

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A arquitetura gótica é maravilhosa! Você não cansa de olhar…

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Quando fizemos o passeio a torre estava sendo restaurada, então não deu para tirar uma foto completa. Vale muito a pena conhecer e, ó, dá até vontade de casar ali… hahaha

Dali seguimos para Tigre onde embarcamos no catamaran e navegamos pelo Delta do Rio Tigre, passando pelas ruas de água. Sim, o rio é a rua onde muitas pessoas moram. O endereço é o rio e as casas tem números como se fosse uma rua normal. Ali passam barcos oferecendo serviços como médicos, dentistas e mercados, pois não há esse tipo de estabelecimento por ali, uma vez que as pessoas vivem em ilhas.

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É muito interessante ver como eles residem, numa vida tão diferente da nossa, com seus prazeres e dificuldades. Acabei tão imersa nesse passeio diferente que nem fotografei. Vale muito a pena!

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Passamos pela Prefeitura Naval…

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Depois voltamos para Buenos Aires e embarcamos no barco Humberto M para um almoço com navegação pelo Rio de la Plata.

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Essas fotos eu peguei no site mesmo, pois não fotografei. Mas né, já era bem tarde e eu estava morrendo de fome, então é perdoável, hein?

E o almoço no barco era uma delícia! O cardápio incluía entrada, prato principal e sobremesa, cada um com três opções para escolher.

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De entrada eu e o Pedro escolhemos Cocktail de Kani Kama Tropical.

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Minha escolha de prato principal foi frango à mediterrânea com batatas panadeiras e ninho de espinafre com perfume de alho

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Pedro foi de arroz de açafrão com molho de mariscos

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E a nossa sobremesa foi sorvete de creme com calda de doce de leite. A única coisa que achamos meia boca hahaha.

Esse passeio custa 750 pesos ou 55 dólares por pessoa. Mais informações aqui.

Depois de comer tão bem, aproveitamos para apreciar a vista.

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Parecia mar. Sério, eu jamais diria que é um rio…

Como somos muito turistas, ao fim do passeio andamos mais um pouco até a galeria Guemes. A galeria em si é linda e tem um teto maravilhoso (veja as fotos aqui), mas fomos lá pelo mirante existente  ou, como eles chamam, mirador.

Devo dizer que o elevador para chegar no topo da galeria é daqueles antigos com porta de grade e para quem não gosta de elevadores é bem incômodo. Acaba aí? NÃO! Para chegar ao mirante são ainda três lances de escada vazada em espiral. Foi um dia bem intenso pra mim… hahaha

Mas valeu a pena!

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O valor da entrada é de 40 pesos por pessoa e funciona de segunda a sexta, das 9h20min às 12h e das 15h às 17h40min.

Bom, aí a gente chegou no hotel e capotou até o dia seguinte, certo? Errado! Era nossa noite no tango…

Nós contratamos o Senõr Tango, que é o mais famoso de Buenos Aires e também o mais diferenciado. Lá o espetáculo mistura o tango de raiz com elementos da Brodway. Acabamos não vendo nenhum tango puro para comparar, mas devo dizer que não sei se pode haver algo melhor, viu? Foi de arrepiar.

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Peguei essas fotos no site, pois não podemos fotografar lá dentro. Inclusive o jantar servido, que é totalmente magnífico eu não consegui tirar fotos, pois a iluminação é baixa e ficou bem ruim.

Com jantar no menu executivo (veja aqui) e show, o valor é de 1500 pesos por pessoa. Também está incluso no valor o translado ida e volta do hotel e uma garrafa de vinho, além de outras bebidas. Vale com certeza o investimento, pois é algo que eu nunca vou esquecer. Não darei spoilers, mas só digo pra vocês que se visitarem Buenos Aires, não deixem de ir ao Señor Tango!

A parte II fica por aqui e prometo que não vou demorar para postar o resto, tá?

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Diário de Viagem – Buenos Aires (Parte I)

Diário de Viagem – Buenos Aires (Parte II) – É esse!

Diário de Viagem – Buenos Aires (Parte III) – em breve

Dicas de Viagem – Hotel Lennox (Buenos Aires) – em breve

Dicas de Viagem – Buenos Aires – em breve

Diário de Viagem – Buenos Aires (Parte I)

Já quero começar o post me desculpando pela demora em fazê-lo, mas é que foram tantas fotos e tantos lugares que eu achei que nem conseguir. Já aviso que vou dividir em 3 partes e, ainda assim, vai ficar comprido, tá? Espero que vocês tenham paciência e curtam dar uma olhada no que eu fiz lá na Argentina entre os dias 19/12 e 24/12/2015.

Foi uma viagem planejada de última hora, pois eu não sabia se pegaria recesso no trabalho no Natal/Ano Novo, então como fiquei sabendo no meio de novembro, acabamos pagando um preço a mais por ser em cima da hora. Ainda assim não saiu absurdamente caro, então acho que se você se programar direitinho, dá até pra viajar por um preço bem bacana.

Outro motivo da demora em fazer este post é que pra mim é difícil colocar em palavras a emoção de conhecer Buenos Aires. Poderia dizer, para resumir, que a capital argentina é poesia. É paixão, é alegria, é intensidade e história. Cada detalhe de cada canto da cidade tem algo pra contar. A arquitetura antiga e clássica, inspirada na Europa misturada com a moderna e atual nos faz sentir como num filme, daqueles bem cheios de sentimento, sendo a trilha sonora ao fundo um tango. Sim, Buenos Aires é pura poesia!

Dia 01

Nosso voo saiu de Curitiba no sábado, dia 19/12, de manhã bem cedinho, seguindo para Guarulhos e daí fomos para Buenos Aires, chegando lá às 13h20min.

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Após todo o procedimento de praxe em viagens internacionais seguimos direto para o hotel, onde almoçamos mais ou menos às 16h e decidimos fazer umas comprinhas na farmácia, com as coisas que preferimos não levar em função de volume e pra não derramar, e no supermercado, para ter umas comidinhas no hotel e na bolsa quando íamos passear. Farei outro post indicando esses lugares, ok?

Depois de deixar as coisas no hotel, fomos dar uma volta pela cidade, passando pelas ruas e avenidas mais conhecidas que ficavam próximas ao nosso hotel, como a Corrientes e a 9 de Julho, onde vimos o obelisco, símbolo da cidade.

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Andamos bastante conhecendo a área até chegar ao shopping mais famoso de BsAs, as Galerias Pacífico.

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É muito bonito, elegante e cheio de detalhes! Recomendo ir com tempo para dar uma olhada bem com calma das paredes ao teto.

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Ali as coisas não são tão baratas, pois as lojas são mais “grifadinhas”, internacionais e nacionais. Contudo, percebi que os perfumes eram mais em conta ali que no duty free, por causa do preço do dólar – mas veja bem, isso tudo depende do câmbio peso X real X dólar, então é variável, ok?

Saindo dali, andamos mais um pouco pela agradável Av. Corrientes e jantamos em um restaurante italiano nas redondezas, bem estilo cantina mesmo, cara de restaurante familiar, sabe? O Broccolino. Eu escolhi um prato bem típico de massa com muito molho, queijo e manjericão.

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Alguns restaurantes aceitam reais e dólares além dos pesos e, às vezes, a cotação é melhor (nesse caso foi), então é sempre bom perguntar.

Dia 02

Nosso domingo começou cedinho, pois no pacote que contratamos estava incluso um tour panorâmico pela cidade, andando numa van com uma guia que ia nos passando informações em portunhol.

Rodamos bastante, vendo muitos pontos turísticos, monumentos e bosques, passando por vários bairros e entendendo melhor a história da capital argentina, com todas as suas fases importantes. Achei muito enriquecedor!

Nossa primeira parada foi na Plaza de Mayo, onde fica a Casa Rosada, que é o prédio onde funciona o Poder Executivo argentino. Mas diferente da Casa Branca, o Presidente não mora ali, apenas trabalha.

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Casa Rosada

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No entorno da praça ficam prédios com uma arquitetura incrível.

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Um deles é o Banco de la Nación…

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Sim, gente… Isso é um banco. Lembrei do Gringotes e fiquei esperando sair um dragão… hahaha

Também no entorno da praça fica a Catedral Metropolitana, onde o Papa Francisco foi arcebispo. Bem diferente por fora, mas por dentro acabei não conhecendo, pois estava com um shortinho jeans curto.

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Dali fomos conhecer o bairro de La Boca, onde foi construído o primeiro porto da cidade, hoje abandonado, e onde fica o estádio do Boca Juniors, sabem? Mas só o vimos de longe, pois o foco do nosso passeio era o Caminito.

Ali é o cartão postal de Buenos Aires, onde a cidade começou e onde se expressa a alegria dos portenhos. Um lugar muito bacana, colorido e cheio de vida, com vários dançarinos de tango, artistas e covers do Maradona hahaha.
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Nosso tour acabou em Puerto Madero, que foi o segundo porto da cidade, também abandonado hoje em dia, mas que foi revitalizado e se tornou o pólo gastronômico e financeiro da capital. Muitos prédios modernos contrastam com as antigas construções do porto que foram transformadas em restaurantes e lojas.

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Mesmo sem agência você pode contratar esses tours (se quiserem eu explico como) e eu acho que valeu a pena, porque tivemos bastante explicação e, caso fôssemos sozinhos, talvez não fosse tão informativo.

Almoçamos ali, em um restaurante DEMAIS chamado Patagonia Grill. Tudo maravilhoso, desde o couvert até o atendimento. Pedimos uma picanha, que vinha com um arroz com vegetais de acompanhamento. E o preço bem camarada também.

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Depois do almoço continuamos batendo perna, para conhecer melhor a região de Puerto Madero.

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Puente de la Mujer

Acabamos topando com um Buque-Museo, um museu dentro de um navio que foi utilizado . Muito interessante! Vale a pena conhecer!

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Aí partimos rumo à Feira de San Telmo, que só acontece aos domingos e é muito famosa. E olha, entendi a razão… Tem de tudo: roupas, acessórios, coisas para decoração, souvenirs, comida, bebida e muito mais. Vale dizer que os preços não são de outro mundo, viu?

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Na mesma rua da feira fica um lugar que não é tão conhecido mas que eu recomendo demais, tanto pelo conhecimento que você adquire a respeito da história de Buenos Aires quanto pela arquitetura. É o Zanjón de Granados.

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Um lugar fascinante que foi redescoberto ao ser reformado e que conta vários períodos da cidade, com câmaras subterrâneas incríveis. A guia fala espanhol ou inglês, a depender do horário do tour. No nosso caso foi em espanhol e deu pra entender bem. Gostei muito! Um misto da história contada e da história por contar, do que se descobriu e do que ficou por descobrir, pra imaginar…

Claro que nesse ponto já estávamos cansados, então andamos até o hotel e descansamos hahaha

Logo eu trago a parte II, tá?

Gostaram?

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Diário de Viagem – Buenos Aires (Parte I) – é esse!

Diário de Viagem – Buenos Aires (Parte II)

Diário de Viagem – Buenos Aires (Parte III) – em breve

Dicas de Viagem – Hotel Lennox (Buenos Aires) – em breve

Dicas de Viagem – Buenos Aires – em breve

 

Anéis Viajantes

Se você gosta de viajar, esse post é pra você! hahaha

Uma designer chamada Ola Shekhtman criou uma linha de anéis com a silhueta de diversos pontos e construções que são grandes ícones de cada cidade turística, como por exemplo Londres, Washington, Nova York, Amsterdam, São Francisco e Paris. As peças são muito lindas e detalhadas, uma verdadeira obra de arte, que antigamente era artesanal, todo feito à mão, mas agora a tecnologia ajuda e ela usa um molde 3D.

A artista, que nasceu na Sibéria, já morou em muitos lugares pelo mundo, como Rússia, Israel e, atualmente, nos Estados Unidos. Com todas essas andanças pelo mundo, acabou prestando atenção nos detalhes de cada cidade. Ela pensa que esse é um jeito excelente das pessoas que compram suas peças se transportarem para esses lugares. Eu super concordo, pois deve ser demais olhar pra sua mão e lembrar dos bons momentos vividos naquela viagem feita, né?

Dá uma olhada em algumas peças do trabalho dela:

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A coleção só cresce – e com toda razão! Não achei de Buenos Aires, mas com certeza gostaria de ter um, pois essa viagem foi inesquecível. Ficarei no aguardo.

Se interessou? Pois vende aqui na Etsy e entrega no Brasil. Os preços variam conforme o material que você pode escolher, que são bronze (o mais barato, €65,21), rhodium, prata, ouro (branco, amarelo e rosa) e platina (o mais caro, 1274,93). Achei muito legal, ficar olhando e encontrando os lugares no anel. Realmente de uma criatividade enorme, né?

Mas Ola não trabalha apenas com esse tipo de peça. Ela também faz outras joias bem interessantes. Quer conhecer mais sobre o trabalho dela? Então dá uma olhada aqui no Instagram ou aqui na página do Facebook. Você vai se apaixonar!

Gostaram? De que lugar você gostaria de ter um anel?

Sobe o Som: Destino de Viagem

Neste momento em que você lê este post eu estou viajando. E o destino da viagem, qual é? Bom, montei essa playlist com bandas dele pra vocês… Dá uma olhada e decubra!

1 – BajofondoEl Mareo

2 – Bersuit VergarabatMi Caramelo

3 – Onda VagaTataralí

4 – PappoHombre Suburbano

5 – Viejas LocasMe Gusta Mucho

6 – CallejerosUna Nueva Noche Fria

7 – BabasónicosIrresponsable

8 – Soda StereoDe Música Ligera

9 – Los PiojosTan Solo

10 – Alerta PachucaYa No Puedes Ser

FDS em Fotos

Este post também está atrasado, mas acho que vocês conseguem me perdoar, né? Diz que sim, por favor…. hahaha

Meu fim de semana com feriado foi basicamente pra comer e descansar, já que ultimamente minha rotina anda super corrida e cansativa, então posso dizer que mereço… hahaha

Fui no sábado de manhã pra Curitiba, pois na sexta tinha algumas coisas para resolver. Cheguei lá e fui direto almoçar com o Pedro. Na cidade estava rolando o Festival Bom Gourmet, com opções de entrada + prato principal `+ sobremesa por R$39,90 e R$49,90 no almoço e no jantar (veja as opções de restaurantes e cardápios aqui). Aproveitamos muito! hahaha

Optamos por almoçar no restaurante Pobre Juan, que fica no shopping Pátio Batel. Decoração linda e piano ao fundo. Quer mais? A entrada eram mini empanadas argentinas e o meu prato foi o burger 481.

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A sobremesa era um pudim de doce de leite Havana. Gente, que delícia!

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Preciso dizer que fiquei doida para experimentar depois que vi esse post da Thais, do Coisas de Diva.

 

Depois do almoço fomos para um chá VIP na Carmen Steffens Outlet do Batel. Fiz algumas fotos para vocês verem…

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Olha a joia de vestido que eu provei:

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Sério, lindo de morrer! Inteirinho bordado em pedraria! Acreditam que o Pedro não gostou? Vai entender…

À noite saímos pra jantar. O clima estava fresquinho, então usei uma camisa branca com a calça azul, que é uma combinação que eu amo.

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Fomos conhecer o restaurante M.I.A Trattoria Criativa, que também participava do festival. Amamos o lugar! Super aconchegante, parecia casa de vó, sabe?

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Lá você pode montar o seu prato como quiser, que é uma coisa mega interessante e os preços são muito honestos. Mas as opções do festival eram prontas e eu e o Pedro experimentamos todas!

As entradas foram: salada caprese e mini fondue de mignon.

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Os pratos principais: salmão acompanhado de cogumelos frescos, batatinhas, aspargos e molho de espumante e pappardelle acompanhado de ragu de carneiro, vinho e alecrim.

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E as sobremesas: torta banoffee e torta alemã.

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Muito bom! Recomendo muito e pretendo voltar!

 

Domingo  também foi dia de passear e descansar. Tanto que nem lembrei de fotografar. Ainda mais com o tempo feioso que fez. O almoço foi o Zapata La Taquería do shopping Mueller e o jantar foi o festival de fondues do Petit Chateau, que já indiquei aqui no blog. Se você perdeu, veja aqui.

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Segunda começou com academia de manhã com o Pedro, mas não fotografei porque estava bem acabadinha… hahaha

Almoçamos no Outback, mas eu pedi apenas uma saladinha…

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Ok, saladona. Põe salada nisso! Era gigante! hahaha

E o jantar, antes de voltar pra casa foi uma focaccia da Baggio.

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Como foi o de vocês?

Sil Indica: Restaurante Petit Château

Não sei vocês, mas eu sou louca por um fondue! Principalmente porque aqui o inverno é bem propício para isso. Assim, quando fomos conhecer o restaurante Petit Château, em Curitiba, amamos tanto que eu não poderia deixar de indicar aqui, né?

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Não sabíamos muito sobre o local, apenas compramos uma oferta no Peixe Urbano (hahahaha), justamente para poder conhecer novos lugares. Chegando lá, encontramos um ambiente agradável e aconchegante, com atendimento excelente e comida excepcional!

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Trata-se de um festival de fondue que é servido o ano todo, porém vi que também servem outros pratos. O festival é uma espécie de rodízio e o restaurante coloca o cardápio assim:

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Fondue de queijos suíços, elaborado com os queijos Raclette, Appenzeller e Emmental, em receita única, e desenvolvida pela Chef de Cuisine que é a proprietária do Restaurante. Informo que além da receita exclusiva, os queijos são produzidos com porções exclusivas para o Petit Château, resultando em uma Fondue de queijos mais encorpada e cremosa, onde os pães e as mini-batatas são envolvidas pela Fondue de queijos de uma forma mais cremosa e sem escorrer, resultando em uma Fondue de queijos maravilhosa;

Prato Principal

Fondue Bourguignonne, é servido as carnes (mignon, peito de frango e lombinho suíno) cortadas em cubos, estas carnes tem que ser fritas na gordura de coco, gordura de coco especial para fondues, e acompanha 13 molhos para temperar as carnes depois delas fritas; ou Fondue na Pedra, é servido as carnes (mignon, peito de frango e lombinho suíno) cortadas em finas fatias, estas carnes tem que ser grelhadas no Rechaud de pedra, e acompanha 13 molhos para temperar as carnes depois delas grelhadas; e

Sobremesa

Fondue de Chocolate Preto, Branco e Doce de leite argentino, com frutas e marshmallow. Os fondues de chocolate preto e branco são feitos com chocolate Garoto derretido, que fica muito saboroso e com a consistência perfeita, e o de doce de leite é feito com um doce de leite argentino, e está sendo a novidade das fondues doces de Curitiba, é muito elogiado pelos clientes.

Tudo é realmente maravilhoso e é servido à vontade, podendo haver repetição. Eu recomendo pedir para deixar o de queijo na mesa com o de carne e usar o queijo como molho, embora todos os molhos que já a acompanham sejam ótimos. A sobremesa é explêndida e o doce de leite servido é o melhor que eu já comi.

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Com certeza a experiência fica ainda melhor se o fondue for acompanhado por um vinho (eles possuem uma carta com mais de 120 rótulos), mas se a lei seca não permitir, recomendo o suco de uva que servem lá, o Casa Madeira, que é delicioso.

Considero um lugar perfeito para um jantar romântico, mas ir com a família toda ou os amigos também deve ser ótimo. Vale cada centavo e, se comprado em promoção, melhor ainda. Se for a Curitiba, não deixe de visitar! Já estou pretendendo voltar lá com o Pedro…

Endereço:

Rua Manoel Ribas – 5039 – Santa Felicidade – Curitiba, PR
Tel.: (41) 3372.0003

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